the steigende sonne
Um blog vindo na sequencia de um site que tive durante seis meses mas o qual eliminei por ter acabado o periodo experimental. o titulo do blog é exactamente o mesmo do site mas em ingles/portugues, ao passo que o outro era em alemão...
domingo, janeiro 06, 2013
Novo Ano... Vida nova?
Desde 2011, a primavera Árabe, crise internacional, o Brasil a emergir como potência, a China a viver um dos momentos mais conturbados. Veremos como decorre este novo ano
A nível musical, muitas bandas terminaram, outras refundaram-se e novas bandas ja existentes em 2011 mostraram existir. O tempo é que manda...
segunda-feira, junho 06, 2011
Alô Alô
Novas sonoridades que vão nos fazer lembrar de Madredeus estão á porta, mas desta com um toque muito pessoal de Francisco Ribeiro que compõe e convida vários músicos de renome, entre eles o guitarrista José Peixoto, e a cantora Filipa pais!
sexta-feira, fevereiro 04, 2011
Bandas Tugas 1
sexta-feira, abril 16, 2010
cooperação uma nova força na evolução
No dia 16 de Novembro de 2009, na sessão sobre o tema, ficou-se a perceber como, efectivamente, a cooperação (ou falta dela) pode desempenhar um papel tão importante a uma série de níveis. Torna-se importante analisar esta nova força, pois apesar de, no geral, todos terem a beneficiar se cooperarem, há sempre na génese humana uma tendência a procurar o benefício próprio, sem grande interesse sobre se o facto de não se cooperar prejudica alguém. Muitas vezes porém, uma decisão individual de cooperar, ou não, pode não ter só consequências individuais, mas sim uma consequência global sobre um grupo ou um colectivo.
Quando se estuda as relações de cooperação, tende-se a encontrar aquilo que se chama de Equilíbrio de Nash, que é um resultado em que ambos os lados pensam estar a fazer o melhor que podem, dadas as acções do outro lado, sem qualquer interferência exterior, apenas tendo por base o que o outro havia feito. Pois quando entramos em situações em que há terceiros a influenciar o “jogo” da cooperação o estudo deste efeito torna-se menos linear, pois já entramos em território de corrupção e outros temas paralelos.
Quando no nome da sessão se diz, nova força na evolução, tem-se em conta a teoria evolutiva de Darwin, pois se analisarmos uma primeira comunidade onde todos os elementos cooperam e incorporarmos nessa comunidade um elemento que nunca coopera, este elemento que nunca coopera sairá beneficiado na primeira comunidade, pois se analisarmos a matriz que nos foi mostrada durante a sessão:
Sendo C(cooperators, coopera), D(Defactors, não coopera), b(benefício), c(custo)
Atendendo à matriz A ficaria a ganhar ao não cooperar, se B cooperar, pois ganharia um benefício sem qualquer custo, porém pode ocorrer o contrário e A ficar a perder ao cooperar dando um benefício com custo c a B mas sem este dar nada em troca. As duas situações extremas é ambos pagarem um benefício b e terem um custo c ficando ambos a ganhar, ou nenhum cooperar e não ganham nem perdem nada.
Assim um elemento que não coopera junto de uma comunidade que coopera sempre, ganha sempre um benefício b sem qualquer custo c. Porém tendo em conta as ideias de mutação e da selecção natural das espécies, a que o Homem não é alheio, este elemento que não coopera tenderá a sobressair face aos outros elementos, acabando por a médio prazo ninguém cooperar na dita comunidade. Este exemplo é o que acontece quando se passa de uma comunidade equilibrada, onde todos se ajudam por exemplo com preços acessíveis, com parcerias para empregos, sociedades etc, para uma comunidade onde cada um olha para si, criando inflação de preços, situações de injustiça social e económica onde ninguém confia em ninguém muitas vezes fonte de ignição para guerras e motins, ou cisões graves dentro de um grupo de trabalho.
Uma situação sempre interessante de analisar, tal como verificado na já referida sessão, é o chamado dilema do prisioneiro, trata-se de um problema da teoria de jogos (situações estratégicas estudadas pela matemática onde cada jogador tenta aumentar o seu retorno por diferentes jogadas) onde na situação clássica, dois prisioneiros são interrogados pela polícia em salas separadas sobre um crime para o qual a polícia tem provas inconsequentes, sendo os dois prisioneiros (jogadores) confrontados com uma pena mínima se ambos ficarem em silêncio, sair em liberdade apontando o dedo ao seu colega de crime ficando ele com o maior castigo do jogo ou ambos confessarem que o outro foi o autor do crime e receberem ambos uma pena severa. Porém ambos ficariam sempre a ganhar se cooperassem. O que acontece é muitas vezes a decisão depender do grau de confiança no outro jogador face a força que a traição teria se um não cooperasse. Esta situação afecta durante todo o jogo as duas partes pois cada jogador terá de pensar se vale a pena arriscar o benefício máximo ou ficar com a pena mínima saindo ambos a ganhar, sem saber o que o outro fez de antemão. A situação em que ambos cooperam (ficam ambos em silêncio) é uma situação de equilíbrio de Nash pois ambos acreditaram ser essa a melhor estratégia que poderiam adoptar. Testes comprovaram porém que apenas 40% das vezes esta situação ocorre. Ficou também claro que quando os dois lados são totais desconhecidos, torna-se muito mais fácil trair, assim como os benefícios teriam de ser a muito larga escala para que a cooperação tivesse significado, face a cooperação entre amigos, familiares ou dentro de um grupo.
Há ainda outro problema que afecta toda uma estratégia, aquilo que se designa a tragédia dos comuns, pois se considerarmos um rio do qual dependem 5 países, ambos devem cooperar em prol de um bem comum, sob risco de caso contrário verem o seu recurso natural desaparecer. Assim neste caso a todas as situações antes referidas do dilema do prisioneiro, equilíbrio de Nash etc. Os participantes neste jogo teriam ainda de ter em conta que se calhar o que à partida pode ser um bom beneficio sem qualquer custo inerente (beneficiar de uma cooperação sem dar retorno) pode levar mais a frente a que todos fiquem a perder, sendo a agravante neste caso não “apenas” uma pena de prisão, mas um recurso que a nível sócio/económico pode levar a fome/sede/miséria de não apenas um dos lados, mas de todos, daí se designar tragédia dos comuns.
Assim, percebe-se como é importante analisar tudo o que cooperar ou não significa, antes de qualquer jogador desenhar a sua estratégia a curto/médio prazo seja no plano judicial, económico, científico ou social. Isto levou à criação de estratégias como o Tit-for-tat onde a decisão é tomada com memória no que o outro fez, ou seja A coopera, B coopera, se A não cooperar em seguida. B já não coopera, porém se A voltar a cooperar, B regressa à cooperação. Esta estratégia, entre outras, é sempre analisada em cada jogada, pois esta estratégia pode levar a médio prazo a que o lado A preveja o comportamento de B e reverta a situação a seu favor, mas por outro lado manter este tipo de estratégia é difícil e bem aplicada é das melhores a aplicar (pois a pré-ideia de previsibilidade de B face a A pode também jogar em favor de B (se B souber jogar com isso), ao contrário da reacção por puro reflexo do que antes sucedera.
Ficou da sessão a ideia do quão importante é analisar com cuidado todas as estratégias a aplicar num jogo, atendendo sempre à evolução desse jogo face a essas estratégias tomadas, de modo a minimizar os efeitos das escolhas, se a estratégia do outro for melhor. Assim, como deu para perceber como efectivamente a decisão de cooperar ou não cooperar num grupo, tem repercussões no resto da comunidade, tendo um comportamento quase de fractal onde a acção de uma parte reflecte o todo, assim como uma pequena decisão de uma parte pode afectar o todo. Assim vê-se como a relação de cooperação pode ser bem mais complexa do que se podia pensar antes desta sessão.
nº36275 Faculdade de ciências da Universidade de Lisboa
O Opiario de Alvaro de Campos
É antes do ópio que a minh'alma é doente.
Sentir a vida convalesce e estiola
E eu vou buscar ao ópio que consola
Um Oriente ao oriente do Oriente.
Esta vida de bordo há-de matar-me.
São dias só de febre na cabeça
E, por mais que procure até que adoeça,
Já não encontro a mola pra adaptar-me.
Em paradoxo e incompetência astral
Eu vivo a vincos de ouro a minha vida,
Onda onde o pundonor é uma descida
E os próprios gozos gânglios do meu mal.
É por um mecanismo de desastres,
Uma engrenagem com volantes falsos,
Que passo entre visões de cadafalsos
Num jardim onde há flores no ar, sem hastes.
Vou cambaleando através do lavor
Duma vida-interior de renda e laca.
Tenho a impressão de ter em casa a faca
Com que foi degolado o Precursor.
Ando expiando um crime numa mata,
Que um avô meu cometeu por requinte.
Tenho os nervos na forca, vinte a vinte,
E caí no ópio como numa vala.
Ao toque adormecido da morfina
Perco-me em transparências latejantes
E numa noite cheia de brilhantes
Ergue-se a lua como a minha Sina.
Eu, que fui sempre um mau estudante, agora
Não faço mais que ver o navio ir
Pelo canal de Suez a conduzir
A minha vida, cânfora na aurora.
Perdi os dias que já aproveitara.
Trabalhei para ter só o cansaço
Que é hoje em mim uma espécie de braço
Que ao meu pescoço me sufoca e ampara.
E fui criança como toda a gente.
Nasci numa província portuguesa
E tenho conhecido gente inglesa
Que diz que eu sei inglês perfeitamente.
Gostava de ter poemas e novelas
Publicados por Plon e no Mercure,
Mas é impossível que esta vida dure.
Se nesta viagem nem houve procelas!
A vida a bordo é uma coisa triste,
Embora a gente se divirta às vezes.
Falo com alemães, suecos e ingleses
E a minha mágoa de viver persiste.
Eu acho que não vale a pena ter
Ido ao Oriente e visto a Índia e a China.
A terra é semelhante e pequenina
E há só uma maneira de viver.
Por isso eu tomo ópio. É um remédio.
Sou um convalescente do Momento.
Moro no rés-do-chão do pensamento
E ver passar a Vida faz-me tédio.
Fumo. Canso. Ah, uma terra aonde, enfim,
Muito a leste não fosse o oeste já!
Pra que fui visitar a Índia que há
Se não há Índia senão a alma em mim?
Sou desgraçado por meu morgadio.
Os ciganos roubaram minha Sorte.
Talvez nem mesmo encontre ao pé da morte
Um lugar que me abrigue do meu frio.
Eu fingi que estudei engenharia.
Vivi na Escócia. Visitei a Irlanda.
Meu coração é uma avozinha que anda
Pedindo esmola às portas da Alegria.
Não chegues a Port-Said, navio de ferro!
Volta à direita, nem eu sei para onde.
Passo os dias no smoking-room com o conde –
Um escroc francês, conde de fim de enterro.
Volto à Europa descontente, e em sortes
De vir a ser um poeta sonambólico.
Eu sou monárquico mas não católico
E gostava de ser as coisas fortes.
Gostava de ter crenças e dinheiro,
Ser vária gente insípida que vi.
Hoje, afinal, não sou senão, aqui,
Num navio qualquer um passageiro.
Não tenho personalidade alguma.
É mais notado que eu esse criado
De bordo que tem um belo modo alçado
De laird escocês há dias em jejum.
Não posso estar em parte alguma.
A minha Pátria é onde não estou. Sou doente e fraco.
O comissário de bordo é velhaco.
Viu-me co'a sueca... e o resto ele adivinha.
Um dia faço escândalo cá a bordo,
Só para dar que falar de mim aos mais.
Não posso com a vida, e acho fatais
As iras com que às vezes me debordo.
Levo o dia a fumar, a beber coisas,
Drogas americanas que entontecem,
E eu já tão bêbado sem nada! Dessem
Melhor cérebro aos meus nervos como rosas.
Escrevo estas linhas. Parece impossível
Que mesmo ao ter talento eu mal o sinta!
O facto é que esta vida é uma quinta
Onde se aborrece uma alma sensível.
Os ingleses são feitos pra existir.
Não há gente como esta pra estar feita
Com a Tranquilidade. A gente deita
Um vintém e sai um deles a sorrir.
Pertenço a um género de portugueses
Que depois de estar a Índia descoberta
Ficaram sem trabalho. A morte é certa.
Tenho pensado nisto muitas vezes.
Leve o diabo a vida e a gente tê-la!
Nem leio o livro à minha cabeceira.
Enoja-me o Oriente. É uma esteira
Que a gente enrola e deixa de ser bela.
Caio no ópio por força. Lá querer
Que eu leve a limpo uma vida destas
Não se pode exigir. Almas honestas
Com horas pra dormir e pra comer,
Que um raio as porta! E isto afina! é inveja.
Porque estes nervos são a minha morte.
Não haver um navio que me transporte
Para onde eu nada queira que o não veja! Ora!
Eu cansava-me do mesmo modo.
Qu'ria outro ópio mais forte pra ir de ali
Pra sonhos que dessem cabo de mim
E pregassem comigo nalgum lodo.
Febre! Se isto que tenho não é febre,
Não sei como é que se tem febre e sente.
O facto essencial é que estou doente.
Está corrida, amigos, esta lebre.
Veio a noite. Tocou já a primeira
Corneta, pra vestir para o jantar.
Vida social por cima! Isso!
E marchar Até que a gente saia pla coleira!
Porque isto acaba mal e há-de haver
(Olá!) sangue e um revólver lá pró fim
Deste desassossego que há em mim
E não há forma de se resolver.
E quem me olhar, há-de-me achar banal,
A mim e à minha vida... Ora! um rapaz...
O meu próprio monóculo me faz
Pertencer a um tipo universal.
Ah, quanta alma viverá, que ande metida
Assim como eu na Linha, e como eu mística!
Quantos sob a casaca característica
Não terão como eu o horror à vida?
Se ao menos eu por fora fosse tão
Interessante como sou por dentro!
Vou no Maelstrom, cada vez mais pró centro.
Não fazer nada é a minha perdição.
Um inútil. Mas é tão justo sê-lo!
Pudesse a gente desprezar os outros
E, ainda que cos cotovelos rotos,
Ser herói, doido, amaldiçoado ou belo!
Tenho vontade de levar as mãos
À boca e morder nelas fundo e a mal.
Era uma ocupação original
E distraía os outros, os tais sãos.
O absurdo, como uma flor da tal Índia
Que não vim encontrar na Índia, nasce
No meu cérebro farto de cansar-se.
A minha vida mude-a Deus ou finde-a...
Deixe-me estar aqui, nesta cadeira,
Até virem meter-me no caixão.
Nasci pra mandarim de condição,
Mas falta-me o sossego, o chá e a esteira.
Ah, que bom era ir daqui de caída
Prá cova por um alçapão de estouro!
A vida sabe-me a tabaco louro.
Nunca fiz mais do que fumar a vida.
E afinal o que quero é fé, é calma,
E não ter estas sensações confusas.
Deus que acabe com isto! Abra as eclusas –
E basta de comédias na minh'alma!
1914, Março. No Canal de Suez, a bordo. (publicado no Orpheu, nº 1, 1915)
segunda-feira, abril 05, 2010
Tradução Amaseffer - Slaves for Life/Birth of Deliverance
Amaseffer - Slaves for life(tradução)
Numa terra com dois horizontes
Há um milhão de sóis
Reina o Faraó
A magia negra prospera
Efíges com olhos de mármore
Rei de todos os reis
Não como um anterior
Ele nunca soube dos filhos de José
Escraviza os hebreus
e o reino surgirá
Epocas acabam
Anos se passaram com
Opressão,
trabalho forçado,
Mãos sangrando empolando nossas almas
Procure por um sinal no pálido céu cinzento
Procure por algo que poderemos nunca encontrar
Se Deus existe Por favor, diga-nos porquê
Temos que morrer nas mãos estrangulantes do mal?
Libertação
Deus envia-nos a tua ajuda
Libertação
Lutando por nossa terra prometida
Caminhe em direção ao sol
Da angústia à redenção
Procure por uma mão guia
Para nos trazer a salvação a todos
Oh poderosos deuses do Egipto
Governantes dos ventos e sóis
Olhem, eles superaram-nos
Prespicazes lidamos com eles
Orgulhosamente nos levantamos como um reino
Um que precisa de ser forte
Pois ele começou
"Venha, nós devemos lidar habilmente com eles ou eles se tornarão ainda mais numerosos e, se as quebras de guerra, juntar os nossos inimigos ..." (Êxodo 1:10)
Mestre Anubis
Demonstra teus poderes
Envergonhado estou diante de ti
Esmaga seus espíritos
Subjuga os escravos hebreus
Nenhuma clemência, compaixão
"... Lutar contra nós e deixar o país." (Êxodo 1:10)
Uma visão eu tive
Alguém vai surgir um novo Messias, libertação é o seu nome
Vocês não deverão ver a luz do dia
Vocês não vão fugir, nem escapar
Sem saída possível desta terra encantada
Os deuses do Egipto lançaram seu feitiço
agora também fica aqui:
Amaseffer - Birth of Deliverance
[Texto hebraico ("Cada filho que nascer você deitará para o Nilo" Êxodo 1:22)]
Muitas noites sem dormir
Demasiados dias conturbados
Os profetas são sombrios em pensamento
Os oráculos falaram
Olhos escuros e sombrios
Ficam vermelho infernal na mente
Cada filho que nascer vocês deitarão no Nilo
E eu tenho certeza
Que eles não vão resistir
Algo tem de dar
Eles acabarão
Mostre-lhes nenhum remorso
Faça-os sentir a dor
Derramar o sangue de cada filho
para que isto não seja em vão
Fique em silêncio meu filho
Fique em silêncio meu filho
Teus gritos com um propósito
Visões em teus olhos
E eu não vou desistir
Não, eu não vou desistir
Abraçando você Meu Filho
Fique comigo
[ Texto hebraico ("E nunca mais se levantou em Israel profeta algum como Moisés, a quem o Senhor conhecesse face a face, em todos os sinais e as maravilhas que o Senhor enviou-lhe para fazer na terra do Egito para Faraó, e para todos seus servos, e toda a sua terra, e toda a mão forte, e em todo o terror que Moisés mostrou grande à vista de [todo o Israel "Deuteronômio 34:10-12])
Distante som do mal
aproximando-se a cada passo
Deves-te esconder antes que eles te atinjam
Rápido, esconde-te antes que eles te matem
Eu sei que eles te procuram
Você está seguro comigo
Deus segura a tua mão
Gritos silenciosos
Porque se nos ouvirem
Será o fim de tua vida
Eu vou me sacrificar por ti, meu filho,
Eu vou sacrificar a minha alma
Meu gracioso Deus
Por favor, envie-me um anjo
Com cristalinas asas brancas
Sob as quais estaremos seguros
Nenhum mal nos pode magoar
Santo Salvador
Protector do reino dos céus
Eu chamo seu nome ...
Ouça-me!
Eu vi a luz que brilha bem alto
[ Texto hebraico ("O Senhor faça resplandecer o seu rosto sobre ti" [Números 6:25)]
[ Texto hebraico ('End tomou para ele uma arca de juncos e colocou nela o menino, e ela colocou isso no pavilhão à beira do rio. "[Êxodo 2:3])
Silêncio meu bebé não chores
Meu amor por ti é eterno
Como o fogo eterno
Iluminas o canto mais escuro da minha alma
Por favor, Deus, Deus por favor segura sua mão
Protege-o dos nossos pecados
Mostra a tua graça
Abençoe a criança
Observo-o de longe
Como ele flutua ao longo do Nilo
Vagueando sem rumo
Lavado com todas as minhas lágrimas
Minha tristeza
Minha dor
Uma lágrima a cair
Desfaz o meu reflexo
E eu não te consigo abandonar
vou colocando as outras letras á medida que for acabando as outras traduções... mais nvoidades em breve
sexta-feira, janeiro 22, 2010
quinta-feira, dezembro 31, 2009
The wand of Abaris - Therion
Walking through heat and desert sand
High priest of the Egyptian land
On his way to the land of snow
From his wand all the magic flows
The wand is glowing in the dark
Abaris show the way to Man
Sparks and arrows of the sun
Penetrates the human mind
Sparks and arrows of the sun
Leave the groves of Arcady
Take the wand across the sea
Leave the groves of Arcady
(The) rune of EiwaR is guiding you
A Delphian forecast of what to do
Enter Sanctum of Uppsala
Earthly foretaste of Walhalla
The wand is glowing in the dark
Abaris show the way to Man
Sparks and arrows of the sun
Penetrates the human mind
Sparks and arrows of the sun
Leave the groves of Arcady
take the wand across the sea
Leave the groves of Arcady
I see divine Abaris in the labyrinth
I hold the bow and arrow made of hidden runes
runes
Esta é uma musica que mostra quão pesada um musica pode ser, sem ser intrumentalmente, a musica não deixa ninguém indiferente, o modo quase mistico com que é cantada, eleva-nos a um estado fenomenal, parecer-nos-a uma história passada de seculo a seculo até nos... tal a carga emocional que transporta... a parte final tem uma carga ainda maior no seu significado
O misticismo da cultura nordica, é algo de absurdamente fascinante... O som a encaixar com uma vocalidade estonteante, com um dos melhores vocalistas do metal, Mats Leven(agora nos Amaseffer) Todo o arranjo sonoro é bem agradavel... e sempre arrepiante de ouvir
quarta-feira, outubro 21, 2009
Alô Alô
nova gaffe do agora de outor prof:
"é como cortar chouriços ás bolachas" lol
é com cada uma que meu deus
quarta-feira, agosto 27, 2008
Ornatos Violeta - Fim da Canção

hoje uma letra de uma grande banda do Porto cujo musica que coloco fazia talvez antever o final da banda, pelo menos mau pressagio foi, mas a banda nunca sera esquecida aqui fica
Chegámos ao fim da canção
E paro um pouco pra dormir
É tarde pra voltarmos atrás
Já nem há motivo algum para rir
É como ouvir alguém dizer
Vê nessa procura
Uma razão
Pra virar a dor para dentro
Que é virar o amor para dentro
Falo de um amar para dentro
Que é virar a dor para dentro
Eu vou dizer até me ouvir
A dor chegou para ficar
Eu vou parar quando eu sentir
Não haver motivo algum pra negar
É como ouvir alguém dizer
Vê nessa procura
Uma razão
Pra virar a dor para dentro
Que é virar o amor para dentro
Falo de um amar para dentro
Que é virar a dor para dentro
Chegámos ao fim da canção
E paro um pouco para dormir
sexta-feira, agosto 22, 2008
biografia recente dos Mercenary
Após trabalhosos meses de criaçao de musicas, a que acresceu as inumeras performances ao vivo incluindo a European club headliner tour em 2007, finalmente os Mercenary decidiram gravar o seu bastante antecipado e aclamado sucessor do album Hours that remain the 2006, a tracklista desse album(que foi galardoado com o premio de melhor album do ano nos Danish Metal award) era a seguinte:
01. Redefine Me 06:07
02. Year of the Plague 05:30
03. My World Is Ending 05:27
04. This Eternal Instant 06:11
05. Lost Reality 08:02
06. Soul Decision 05:03
07. Simplicity Demand 06:36
08. Obscure Indiscretion 04:46
09. My Secret Window 06:29
10. The Hours That Remain 08:11
11. Into the Sea of Dark Desires / World 06:28
12. 11 Dreams (Live Bonus) 06:47
Logo após completarem o extenso período de tournés a banda entrou entao em estudio com o productor Jacob Hansen que ajudou a transmitir tudo aquilo que tornara os mercenary ao vivo numa experiencia unica e inesquecivel.
O resultado entitulado "Architect of Lies" teria todas as condiçoes para se toranr no mais espontaneo ate hoje da carreira dos Mercenary, pois a banda conseguiu fazer um balanço entre os elementos melodicos e os mais negros, nao descurando dos promenores do mais infimo ao mais complexo, e nao conseguiam aguentar a espera para entrarem de novo ao vivo
a tracklist deste album é:
01. "New Desire"
02. "Bloodsong"
03. "Embrace The Nothing"
04. "This Black And Endless Never"
05. "Isolation (The Loneliness in December)"
06. "The Endless Fall"
07. "Black and Hollow"
08. "Execution Style"
09. "I Am Lies"
10. "Public Failure Number One"
bem a passar pelos posts antigos
nao podia deixar em claro a situaçao
portanto se alguem alguma vez que gostar de avantasia dos dois priemiros albuns e vir a minha mensagem antiga, nunca pense comprar sequer o album é plena perca de dinheiro mais vale a banda que indiquei a baixo
saudações
sera mais um renascimento deste blog?
de seu nome Mercenary, minha banda de eleiçao a todos os niveis de momento com o sue poder e força demolidora
fica a biografia oficial em ingles
Biography 2008 After laboursome months of song writing and rehearsing, nerved with countless live performances including a European club headliner tour in 2007, MERCENARY finally set out in autumn 2007 to record their highly anticipated successor to 2006’s “The Hours That Remain” (which was subsequently awarded the Danish Metal award in the category “Album Of The Year”). Right after completing that extensive period of touring and gigs the band entered the studio with master producer Jacob Hansen to the effect that MERCENARY couldn’t help but bring along a lot of the immediacy and and all-consuming vibe that makes their live shows such unforgettable experiences. The result, entitled “Architect Of Lies”, certainly turns out to be MERCENARY’s most spontaneous album to date. The band succeeded to balance the melodic and the dark elements, the catchy and the complex, and can't wait to get out on the live stages and prove it!
In summer 2007, the six-piece played some of the most renowned festivals, among which Bang Your Head and Graspop, to name but a few. For 2008 MERCENARY are summoned to raid the stages of Wacken Open Air and Metal Camp 2008, will headline the Danish 'Headbangers Ball' tour in September '08 and will have supported Megadeth at Frederiksberg (DK) @ K.B. Hallen on the 8th of February 2008, together with Volbeat. Their video track 'My World is Ending' (taken off “The Hours That Remain”) infiltrated the Danish mainstream video-charts where it successfully remained for three weeks during fall 2007.
Since vocalist Mikkel Sandager and his brother, keyboardist Morten, joined MERCENARY on the 2002 album Everblack, the band’s former death/thrash style evolved into a more sophisticated blend of ingenious guitar work, rounded off with hauntingly atmospheric keyboards, which new tracks like “Bloodsong” and “Death Connection” testify in an impressive way. Apart from that, songs like “Isolation” and “Embrace The Nothing”, a mid-tempo hymn par excellence, once again expose the band’s unique feel for a heavily melodic and melancholic songwriting. On “Architect Of Lies” MERCENARY’s line-up is once more completed with two vocalists in their ranks, which provides MERCENARY with the new and wider vocal range of Mikkel's soaring clean vocals and Rene's unbridled aggressive shouts. Altogether, the album reveals a more organic and 'open' production this time with lots of space for each instrument and layer to be discerned, while the whole set-up/arrangement is still heavy as hell!
assim que tiver tempo tentarei traduzir na integra a entrevista e colocar algo mais deles
para ja um video desta grande banda o video como smepre nao é o melhor que ai ha
mas mostra a potencia da banda
ja agora que me esqueci os elementos da banda
Jakob Mølbjerg - Guitarra
Rene Pedersen - Baixo e vocalista(screaming nos concertos)
Martin Buus - Guitarra principal
Mike Park - Bateria
Mikkel Sandager - Vocalista
Morten Sandager - Teclas
eu sei que esta bio está pobre em relaçao a dos hell mas prometo por a desta banda a bombar em grande
terça-feira, março 18, 2008
Gaffes Fculianas
lembrei-me e vou passar a colocar as gaffes que os stores vem dito ao longo deste ano na Fcul lol, umas que me for lembrando logo as colocarei
para mim até agora a stora de calculo teorica II está em primeiro lugar com frases do genero:
Frequentemente muitas vezes a situaçao verifica-se
a solução é quaise directa
repar-se na soluçao
A stora do semestre passado tambem mandou:
mol/dm3= moleculas por decimetro cubico lolol
a da organica lançou:
vamos la a escrever no lapinhos
agora que as queria por aqui varreu-se-me da cabeça :(
Assim que me lembrar voltarei a colocar lol
A Saga das gaffes da Fcul continua :P
quarta-feira, dezembro 05, 2007
Etimologia da palavra "Kyuss"
A sede de boa música não cessa e ainda há muito por descobrir. (Fui dar com esta banda devido a uma mão amiga.)
"Kyuss"(1989-1995), a banda cujo o nome provém de um tipo de personagem semi-deus no famoso jogo Dungeons and Dragons, foi um grupo de quatro jovens do deserto que só se preocupavam com o seu rock. São uns dos percursores do Stoner Rock que é o estilo musical associado a bandas como Queens of the Stone Age e Eagles of Death Metal. Deixo-vos a imagem e o som que valem sempre mais.
domingo, novembro 25, 2007
nota breve
Enquanto os fãs esperam pelo scarecrow o album de originais fica este para se aquecer o ouvido
Ora bem muitos ficaram algo desiludidos com este novo formato dos avantasia nesta musica mas eu mesmo assim nao achei muito mau, claro que nao tem o mesmo poder mas esta bem conseguida a musica(nao tanto como a seven alngels mas ptonro)
Fica o video e a musica em si:
Avantasia - Lost in space
Avantasia - Lost in space
Um registo Diferente
Falo obviamente de Sigur Ros, esses que ainda coseguiram um premio de melhor video mtv na altura em que os videos eram mesmo soberbos os que ganhavam
a musica que deixo é untitled 3 do album ()(o titulo do album e faixa sao mesmo assim eles quiseram destruir barreiras mentais e levar as pessoas a pensarem o que quisessem)
Sigur Ros - untitled 3
sábado, novembro 03, 2007
outra cena que mudou
Bem desde o ultimo post mudou muita coisa

Novas pessoas conhecidas, outras que para tras ficaram, outras que nunca poderei esquecer dos grandes momentos, os celebres afonsinhos essa alcunha que foi posta no 9º que designa o grande grupo dos ultimos vestigios de uma certa turma do sexto que um certo stor se tratou de desfazer.
Mas outro pessoal apareceu ainda bem(pessoal da fcul), ja pouco liga ao secundario apenas as pessoas que fui conhecendo apenas e os bons momentos. espero que o blog se aguente manter isto sozinho da trabalho lolol
sábado, abril 14, 2007
Yellow w van - confissões de dois deputados
Tu sabes bem quem! sabes bem quem!
Tu sabes bem quem! sabes bem quem!
Sou aquele que gajo que tu abominas
no fundo querias ser igual a mim
nem imaginas quem sou
apenas sabes que eu existo
quando descobres que sou aquele
em quem votas
e é um imprevisto
Só tens é Guchy e Armani
e cenas importadas
compro um carro por semana
com receitas desviadas
no parlamento
sabes bem qual é a minha jogada
enquanto a droga é ilegal
tenho a caldeira recheada
os empregados querem o salário
digo sempre: Amanhã!
Idolatro o Jorge Bush
mas só mais tipo Taliban
porque eu sou obcecado
fixa até religião
mas numa muito especial pura capitalização
menospreza o próximo
e assegura o teu pão
se tiveres de passar por cima
abafa isso e fecha a mão
aceita um suborno
quê? um suborno
as notas caem do ceu
como as folhas no Outono
Sou! aquilo que tu queres ser!
Sou! eu tenho aquilo que tu queres ter!
Sou! aquilo que tu queres ser!
Sou! eu tenho aquilo que tu queres ter!
Sou! aquilo que tu queres ser!
Sou! eu tenho aquilo que tu queres ter!
Cuidado!
Porque podes ser roubado
Confissões de dois deputados.
Tu sabes bem quem! sabes bem quem!
Votaste em nós!
És mais burro do que eu pensava,
Agora és um escravo nas minhas mãos
Deste-me o voto para o que eu quiser
Nem tu imaginavas Ver Aznar e Bush e Blair
E eu quem é que eu sou
O que estou aqui a fazer
Sou o anfitrião
O fantoche da convenção
Desfilei na red carpet para acenar à multidão
Nas lages era a fachada
do combate ao terrorismo
mas nós, queremos o teu petróleo e a tua cabeça
esquece o humanismo
é um sismo, é um cataclismo que abala
achas que a minha consciência se rala
Eu ainda agora comecei
Quero roubar muito mais
Para o ano vota em mim nas presidênciais
Sou! aquilo que tu queres ser!
Sou! eu tenho aquilo que tu queres ter!
Sou! aquilo que tu queres ser!
Sou! eu tenho aquilo que tu queres ter!
Sou! aquilo que tu queres ser!
Sou! eu tenho aquilo que tu queres ter!
Cuidado!
Porque podes ser roubado
Confissões de dois deputados.(x2)
quinta-feira, abril 05, 2007
quarta-feira, abril 04, 2007
se criaram uma petição pela madonna porque não uma pros 30 secconds to mars?
domingo, março 18, 2007
mundo cão - morfina
O primeiro álbum dos Mundo Cão chega a 19 de Março. A banda é formada por Pedro Laginha na voz (actor), Miguel Pedro na bateria (dos Mão Morta), Vasco Vaz (também dos Mão Morta), Gonçalo (Big Fat Mamma) nas guitarras, Nuno Canoche no baixo e, como autor das letras, Adolfo Luxúria Canibal.
muito bom mesmo
domingo, março 11, 2007
kamelot - karma
gold and glory
but every king must also die
have I been just and righteous
what is glory
I know I've torn and taken life
and here I stand
a small and simple man
who will trade his karma for my kingdom
a sacrificial rite to render truth
the fire in my soul rejects my wisdom
cause all you do in life comes back to you
I am a king in crisis
counting minutes
there is an ending to my reign
my sins have come to face me
I can feel it
that I have lived my life in vain
and now I know I'll reap
the seeds I've sown
who will trade his karma for my kingdom
a sacrificial rite to render truth
the fire in my soul rejects my wisdom
cause all you do in life comes back to you
am I mad
I feel so void and cold
who can tell
who holds the stories untold
tired and trembling
I am descending
will I have to stay here
and live this life again
tradução
Carma
Eu sou um rei de honra
Ouro e glória
Mas todo rei também tem que morrer
Eu fui justo e íntegro?
O que é glória?
Eu sei que eu destruí e tirei vidas
E aqui estou eu
Um homem simples e pequeno
Quem irá trocar seu carma pelo meu reino?
Um rito sacrificial para restituir a verdade
O fogo em minha alma rejeita minha sabedoria
Pois tudo que você faz em vida, volta pra você
Eu sou um rei em crise
Contando os minutos
Há um fim para o meu reino
Meus pecados me encaram
Eu posso sentir isto
Que eu vivi minha vida em vão
E agora eu sei que colherei
As sementes que plantei
Quem irá trocar seu carma pelo meu reino?
Um rito sacrificial para restituir a verdade
O fogo em minha alma rejeita minha sabedoria
Pois tudo que você faz em vida, volta pra você
Estou furioso?
Eu me sinto tão vazio e frio
Quem pode afirmar?
Quem coíbe as histórias não contadas?
Cansado e trêmulo
Eu estou descendo
Terei de ficar aqui
E viver esta vida novamente?
sexta-feira, março 02, 2007
para pensar
O distraído nela tropeçou...
O bruto a usou como projétil.
O empreendedor, usando-a, construiu.
O camponês, cansado da lida, dela fez assento.
Para meninos, foi brinquedo.
Drummond a poetizou.
Já, David matou Golias...
e Michelangelo extraiu-lhe a mais bela escultura...
E em todos esses casos, a diferença não esteve
na pedra, mas no homem!
Não existe "pedra" no seu caminho que você
não possa aproveitá-la para o seu próprio
crescimento.
domingo, fevereiro 18, 2007
sábado, fevereiro 17, 2007
Mas quem é que raio são os Hell is for Heroes?
formaram-se em setembro de 2000
Justin Schlosberg - vocal
William McGonagle - guitarra
Tom O'Donoghue - guitarra
James Findlay - baixo
Joe Birch - bateria
primeiro single deles foi Sick Happy em 2001
2 anos depois, lançaram o seu primeiro album Neon Handshake
Do qual fazem parte:
Five Kids Go
Out Of Sight
Night Vision
Cut Down
Few Against Many
Three Of Clubs
I Can Climb Mountains
Disconnector
You Drove Me To It
Slow Song
Sick / Happy
Retreat
Em 2005 lançam o segundo album Transmit Disrupt contendo:
Kamichi
Models For The Programme
Quiet Riot
Folded Paper Figures
(Untitled)
They Will Call Us Savages
Silent As The Grave
One Of Us
(Untitled 2)
Transmit Disrupt
Discos And Casinos
Burning Lafayette
do proprio site(from their own site)
September 2000
Hell is For Heroes formed
January 2001
1st gig at the Half Moon, Putney
March 2001
released debut EP 'Sick Happy' (our first demo) and toured with Biffy Clyro
July 2001
signed record deal
January 2002
recorded our first album with new Swedish friends Pelle & Eskil
...
on and off tours of the UK
February 2003
released 'The Neon Handshake'
March 2003 to January 2004
toured like dogs
May 2004
recorded 2nd album in Sweden on our own label
August 2004
released handmade CD single and free download 'One Of Us' through Captains Of Industry
November 2004
filmed video for 'Kamichi' with friend and artist Tom McShane
March 2005
released 2nd album 'Transmit Disrupt' in the UK on our own label
September 2005
signed worldwide deal with Burning Heart Records
as minhas favoritas são few against many, retreat, sick happy, disconnector e quiet riot...
destas apenas o retreat está presente em video... only retreat exists in videoclip...lets see what the third album will give to the fans like me... vamos ver o que o terceiro album oferecerá a fans como eu.
Não sei quantos meses depois estou de volta
